Reiyukai do Brasil

Praticar o Ensinamento por si mesmo com verdadeiro sentimento de gratidão.

Luciana R. B. Dutra (Indiana, EUA)

postado em 20 de agosto de 2020

Meu nome é Luciana, tenho 48 anos, casada e mãe de dois filhos. Moro nos Estados Unidos há três anos. Nesta época sofri com muita ansiedade e angustia, pois eu e minha família não conseguíamos nos adaptar, tínhamos muitas dificuldades, inclusive meus filhos não estavam felizes.

 

Conversando por whatsapp com minha irmã sobre nossos carmas familiares e como se repetiam na nossa família, ela comentou sobre a Reiyukai, sobre a prática que ela já estava fazendo há algum tempo e que poderia ajudar na minha casa.

 

Marcamos uma mini reunião por vídeo com suas madrinhas e a Shibutyô do grupo. Pude ouvir sobre a prática e tirar as minhas dúvidas. Fiz a inscrição e enviei também os nomes dos antepassados e recebi o altar pelo correio.

 

Quando o altar entrou em nossa casa, no dia seguinte aconteceu a primeira grande resposta, fui aprovada em um estágio na Universidade local. Tive o sentimento de que as coisas estavam realmente se abrindo. Procurava recitar o Sutra por vídeo com as madrinhas e entender mais. Quando tínhamos duvidas marcávamos uma reunião por vídeo para eu poder receber orientação.

 

Nesse período de pandemia estou participando das reuniões online e fui percebendo mudanças em minha casa. Fui me sentindo mais calma. Entre eu, meu marido e nossos filhos percebi mais carinho, mais amor, paciência e equilíbrio entre todos. As mudanças foram significativas. Com isso senti vontade de convidar outras pessoas.

 

Por telefone falei do Ensinamento com uma amiga que mora em Vacarias (RS). Ela, assim como eu, também estava com muitas dificuldades de adaptação, havia mudado recentemente para essa cidade e estava com ansiedade e angustia. Percebi que as experiências de vida dela eram semelhantes às minhas.

 

Minha amiga ingressou, passou a lista de antepassados e eu determinei a praticar com ela por vídeo chamada. Ela convidou outras pessoas que também ingressaram e estão recitando o Sutra por vídeo também. Com tudo isso ingressei também meu pai e consegui oferecer graduação de Jumpô aos meus antepassados.

 

Entendi durante esse período de prática que meu pai na juventude também havia mudado de cidade e teve muitas dificuldades, tendo sofrido muito. Lembrei que muitos antepassados, que foram imigrantes, também passaram essa mesma situação deixando suas terras e famílias sofrendo para iniciar vida nova em outros lugares.

 

Quero agradecer às madrinhas e a este Ensinamento maravilhoso e transformador. Meu profundo desejo é de que mais pessoas possam ingressar na prática da Reiyukai.

 

Muito obrigada.

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